Atividade 6 º ano 30/10/2018
REVISÃO
PARA PROVA – Escrever no caderno.
A respeito das classes que
compunham a sociedade romana na Antiguidade, podemos afirmar que os
"plebeus" compunham a classe formada pelos camponeses, artesãos e
alguns que conseguiam enriquecer-se por meio do comércio, atividade que lhes
era permitida.
Quando a notícia disto
chegou ao exterior, explodiram revoltas de escravos em Roma (onde 150
conspiraram contra o governo), em Atenas (acima de 1.000 envolvidos), em Delos
e em muitos outros lugares. Mas os funcionários governamentais logo as
suprimiram nos diversos lugares com pronta ação e terríveis torturas como
punição, de modo que outros que estavam a ponto de revoltar- se caíram em si.
(Diodoro da Sicília, sobre a Guerra Servil na Sicília. 135-132 a.C.)É correto
afirmar que as revoltas de escravos na Roma Antiga eram provocadas pela
exploração e maus-tratos impostos pelos senhores.
O texto: “Não podemos
esquecer que, após as frustradas tentativas de reformas dos Graco, emergiram no
seio das elites dirigentes romanas duas tendências ideológicas vinculadas aos
problemas socioeconômicos do século I a. C. (cf. Polo, 1994, p.83). De um lado,
encontravam-se os chamados líderes populares, defendendo políticas voltadas
para a plebe e para os proletari urbanos, políticas essas caracterizadas pela
concessão de terras públicas na Península Itálica (ager publicus) e pelo
fortalecimento de instituições ligadas à plebe, tais como o tribunato e as
assembleias populares.”
O termo proletari, citado no
texto, deu origem à palavra proletário, que, no contexto da Roma Antiga, era
usado para denominar as camadas mais baixas da sociedade. O sentido etimológico
dessa palavra está relacionado com a prole (filhos), ou seja, com o sentido
reprodutivo – geração de descendentes.
No contexto social da Roma
Antiga, os escravos poderiam ser prisioneiros de guerra ou escravos por dívida.
O
primeiro Triunvirato foi um sinal inequívoco da crise vivida pela República
romana. Apenas três homens, Pompeu, César e Crasso, acumularam quase todos os
títulos e cargos importantes. O fim dessa aliança, marcado pela morte de Crasso
em 53 a.C., representou imediatamente o aumento da rivalidade entre os dois
sobreviventes, César e Pompeu, que resultou em uma violenta guerra civil.
A
fim de controlar as inúmeras revoltas dos escravos e o descontentamento popular
entre os plebeus, o Imperador romano Otávio Augusto adotou a seguinte medida: Usou
uma política chamada pelos romanos de Pão e Circo, na qual o governo organizava
os espetáculos públicos onde se distribuía porções de trigo à população.
Dentre os movimentos sociais
que marcaram a República Romana, podemos destacar as lutas entre patrícios e
plebeus. Sobre estas lutas, é correto afirmar: Os plebeus conquistaram, em 367
a.C, o direito de participar do consulado com a promulgação da Lei Licínia, que
também regulamentou a exploração das terras públicas.
A expansão imperial romana
resultou, a partir do século I d.C., na utilização do trabalho escravo em
grande escala e no aumento significativo do número de plebeus desocupados, aos
quais se juntaram levas de pequenos agricultores arruinados. Isso incrementou o
êxodo rural e provocou o inchamento das cidades, especialmente de Roma. Para
amenizar o problema social dessas massas, o Estado passou a dar-lhes subsídios.
Essa política caracterizou-se pela distribuição de grãos a preços baixos e
espetáculos públicos gratuitos, conhecida como a política do pão e circo, de
Augusto.
Durante sua primeira fase,
os romanos assentavam sua organização política na forma monárquica de poder,
mas já ali existia o Senado, uma das instituições políticas mais antigas de
Roma. Neste momento inicial, o Senado funcionava como uma assembleia
aristocrática de assessoramento às deliberações do Rei e era constituído pelos
mais velhos (seniores), sendo vedada a presença de plebeus.
Durante séculos, o Mar
Mediterrâneo foi o centro comercial do mundo conhecido. Dominá-lo significava
também exercer plena hegemonia política e militar. São exemplos da busca pelo
controle do Mediterrâneo e de sua importância as Guerras Púnicas, nos séculos
III e II a.C., entre Roma e Cartago, que determinaram a plena expansão dos
romanos e asseguraram-lhes o domínio do norte da África.
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