segunda-feira, 29 de outubro de 2018

6º ano Revisão para prova.


Atividade  6 º ano 30/10/2018

REVISÃO PARA PROVA – Escrever no caderno.

A respeito das classes que compunham a sociedade romana na Antiguidade, podemos afirmar que os "plebeus" compunham a classe formada pelos camponeses, artesãos e alguns que conseguiam enriquecer-se por meio do comércio, atividade que lhes era permitida.
Quando a notícia disto chegou ao exterior, explodiram revoltas de escravos em Roma (onde 150 conspiraram contra o governo), em Atenas (acima de 1.000 envolvidos), em Delos e em muitos outros lugares. Mas os funcionários governamentais logo as suprimiram nos diversos lugares com pronta ação e terríveis torturas como punição, de modo que outros que estavam a ponto de revoltar- se caíram em si. (Diodoro da Sicília, sobre a Guerra Servil na Sicília. 135-132 a.C.)É correto afirmar que as revoltas de escravos na Roma Antiga eram provocadas pela exploração e maus-tratos impostos pelos senhores.
O texto: “Não podemos esquecer que, após as frustradas tentativas de reformas dos Graco, emergiram no seio das elites dirigentes romanas duas tendências ideológicas vinculadas aos problemas socioeconômicos do século I a. C. (cf. Polo, 1994, p.83). De um lado, encontravam-se os chamados líderes populares, defendendo políticas voltadas para a plebe e para os proletari urbanos, políticas essas caracterizadas pela concessão de terras públicas na Península Itálica (ager publicus) e pelo fortalecimento de instituições ligadas à plebe, tais como o tribunato e as assembleias populares.”
O termo proletari, citado no texto, deu origem à palavra proletário, que, no contexto da Roma Antiga, era usado para denominar as camadas mais baixas da sociedade. O sentido etimológico dessa palavra está relacionado com a prole (filhos), ou seja, com o sentido reprodutivo – geração de descendentes.
No contexto social da Roma Antiga, os escravos poderiam ser prisioneiros de guerra ou escravos por dívida.
O primeiro Triunvirato foi um sinal inequívoco da crise vivida pela República romana. Apenas três homens, Pompeu, César e Crasso, acumularam quase todos os títulos e cargos importantes. O fim dessa aliança, marcado pela morte de Crasso em 53 a.C., representou imediatamente o aumento da rivalidade entre os dois sobreviventes, César e Pompeu, que resultou em uma violenta guerra civil.
A fim de controlar as inúmeras revoltas dos escravos e o descontentamento popular entre os plebeus, o Imperador romano Otávio Augusto adotou a seguinte medida: Usou uma política chamada pelos romanos de Pão e Circo, na qual o governo organizava os espetáculos públicos onde se distribuía porções de trigo à população.

Dentre os movimentos sociais que marcaram a República Romana, podemos destacar as lutas entre patrícios e plebeus. Sobre estas lutas, é correto afirmar: Os plebeus conquistaram, em 367 a.C, o direito de participar do consulado com a promulgação da Lei Licínia, que também regulamentou a exploração das terras públicas.
A expansão imperial romana resultou, a partir do século I d.C., na utilização do trabalho escravo em grande escala e no aumento significativo do número de plebeus desocupados, aos quais se juntaram levas de pequenos agricultores arruinados. Isso incrementou o êxodo rural e provocou o inchamento das cidades, especialmente de Roma. Para amenizar o problema social dessas massas, o Estado passou a dar-lhes subsídios. Essa política caracterizou-se pela distribuição de grãos a preços baixos e espetáculos públicos gratuitos, conhecida como a política do pão e circo, de Augusto.
Durante sua primeira fase, os romanos assentavam sua organização política na forma monárquica de poder, mas já ali existia o Senado, uma das instituições políticas mais antigas de Roma. Neste momento inicial, o Senado funcionava como uma assembleia aristocrática de assessoramento às deliberações do Rei e era constituído pelos mais velhos (seniores), sendo vedada a presença de plebeus.
Durante séculos, o Mar Mediterrâneo foi o centro comercial do mundo conhecido. Dominá-lo significava também exercer plena hegemonia política e militar. São exemplos da busca pelo controle do Mediterrâneo e de sua importância as Guerras Púnicas, nos séculos III e II a.C., entre Roma e Cartago, que determinaram a plena expansão dos romanos e asseguraram-lhes o domínio do norte da África.

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