Correção: onde hoje é
1 - Do árabe
2- Porque a região onde hoje é Portugal foi invadida, no século VII, pelos árabes muçulmanos.
1- Porque foram escritos por pessoas que não conheciam bem a cultura dos povos africanos.
2- Outros instrumentos são a história oral, que é importante pelo fato de que, as histórias eram transmitidas oralmente de uma geração para outra, pois não existia a escrita. E a arqueologia, importante porque permite a reconstrução do modos de vida das populações que analisa.
Atividade 3:
Responda a questão da página 234. A questão está no final da página.
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
terça-feira, 25 de setembro de 2018
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
7º ano - Capítulo 13 - Estados islâmicos do norte
Ler o texto página 228.
Pesquise e responda a questão:
O que existe em comum entre as palavras "Islã, "muçulmano", ' Maomé e " Alá"?
Pesquise e responda a questão:
O que existe em comum entre as palavras "Islã, "muçulmano", ' Maomé e " Alá"?
Revisão 6º ano
Revisão Avaliação - Bloco II
No século V a.C, Atenas
vivia o auge de um regime de governo no qual os homens livres decidiam os
interesses comuns de todos os cidadãos. As propostas que os atenienses
defendiam publicamente eram feitas por meio de discursos proferidos por
sofistas que dominavam a arte da oratória.
Dentre os legados dos
gregos da Antiguidade Clássica que se mantêm na vida contemporânea, podemos
citar a promoção do espírito de confraternização por intermédio do esporte e de
jogos.
A civilização grega atingiu
extraordinário desenvolvimento. Os ideais gregos de liberdade e a crença na
capacidade criadora do homem têm permanente significado. Acerca do imenso e
diversificado legado cultural grego, é correto afirmar que poemas, com
narrações sobre aventuras épicas, são importantes para a compreensão do período
homérico.
“É precisamente para
assegurar o reino da igualdade, para permitir que os mais humildes cidadãos
assumam uma parte legítima na vida política, que o Estado concede uma
remuneração àqueles que se colocam ao seu serviço participação das Assembleias.”
O texto referente à Atenas, no século V,
expressa a preocupação do regime democrático em garantir o direito de igualdade
política aos cidadãos atenienses mais pobres.
As cidades-estados, base da
organização política que caracterizou o povo grego, possuíam uma organização
econômica solidária.
O mundo grego antigo
possuía certa unidade religiosa, embora fosse fragmentado politicamente. Essa religiosidade
foi acessível a todas as classes sociais
por ter característica familiar e monoteísta, com um deus que se manifestava ao
povo através de revelação direta e pessoal.
Sobre o processo de
expansão das cidades gregas, ocorrido por volta de 750 a.C., com a melhoria das
técnicas de navegação, incluindo a utilização da âncora, foi possível a
conquista de novas áreas via Mediterrâneo, onde poderosos impérios dificultavam
a expansão grega.
São fontes indispensáveis
para o conhecimento dos primeiros tempos daquilo que viria a se constituir na
civilização grega os poemas "Ilíada" e "Odisseia",
atribuídos a Homero. Seus versos tratam, sobretudo, de episódios e consequências
relacionadas com a longa guerra contra a
cidade de Tróia;
Sobre a história da Grécia antiga e sobre as contribuições da
cultura grega para a chamada civilização Ocidental, em muitas línguas modernas,
o termo draconiano remete às ideias de severidade e rigor na elaboração e na
aplicação de leis. O vocábulo deriva de Dracon, um político ateniense do século
VII a.C. que se celebrizou como legislador, registrando, por escrito, duras
leis que, até então, baseavam-se na tradição oral.
A Guerra do Peloponeso,
ocorrida na Grécia entre 431 e 401 a.C., foi uma luta comandada pelas cidades de Esparta e Corinto
contra a hegemonia da Confederação de Delos - liderada por Atenas - sobre o
território grego.
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Curiosidade: Bullet points
Bullet points são muito mais do que os pontos pequenos , traços ou setas que marcam o início de cada frase . Cada ponto de bala é uma mensagem destinada a atrair quem lê um anúncio, lista ou documento motivacional. Existem vários tipos de pontos de bala, cada um com uma finalidade específica para chamar a atenção das pessoas. Como
Como pontos de bala estão entre as mais simples e mais direta. Eles compõem uma lista de tópicos que instruem as pessoas em direções passo-a- passo . Eles geralmente começam com as palavras "como" antes de dar sua descrição. Além da forma de assunto, como forma de obter mais milhas fora de seu carro , cada ponto de bala também pode incluir um benefício para a aprendizagem da instrução .
Estes pontos de bala apontar detalhes . sobre temas que as pessoas normalmente não considerar. Você combina um tópico com algo sobre ele que normalmente não pertencem com a finalidade de fazer o leitor pensar. Eles podem ser complicados de escrever, mas eles podem ser muito poderosa, se feito corretamente. Ele amplia a mente do leitor para tê-los considerar outras possibilidades e /ou aprender mais sobre a maneira correta de usar o produto. Um exemplo é um ponto sobre o porquê de lâmpadas fluorescentes pode causar mais mal do que bem .
Gratificação instantânea
Gratificação instantânea
O objetivo desses pontos de bala é mostrar às pessoas instruções simples e testes que podem levá-los a benefícios rápidos e recompensas . Estes pontos podem ser fortes métodos de atrair as pessoas para uma recompensa ou programa. É importante mencionar não só a recompensa para tal ação, mas o pouco tempo que leva para realizar tal ação. " Perder 10 quilos em uma semana " é um exemplo deste tipo de bala lista apontou.
http://ptcomputador.com/Software/word-processing-software/175735.html
Acesso em 18/09/2018
Atividade 8º Ano 31/08/2018
Atividade informática 8º ano
31/08/2018
Responder no caderno e entregar.
1. O que é Tecnologia da Informação?
2. O que é computador?
3. Quais as quatro funções básicas de um computador?
4. Qual a função da CPU? Exemplificar sua resposta.
5. Citar três exemplos de cada um dos dispositivos de entrada, saída e armazenamento.
6. Definir sistema operacional e exemplificar sua resposta.
7. Citar e explicar três funções de um sistema operacional.
8. O que é Web?
9. Definir URL e exemplificar sua resposta.
10. Diferenciar os três termos abaixo de acordo com suas respectivas funções:
1- Windows:
2- Windows Explorer:
3- Internet Explore
DICAS DE ESTUDO - 9º ANO
18/09/2018
COMO ESTUDAR SEM CANSAR
1. Antes de começar, separe 10 minutos para se divertir
Ainda que você adore matéria que está estudando, não faltam atividades bem mais interessantes do que ler a apostila. Se você costuma interromper a sua concentração para satisfazer o desejo de ver as notícias do dia, assistir a vídeos engraçados ou escrever algo nas redes sociais, faça isso antes de começar a sua sessão de estudos.
Segundo Saade, esse truque simples ajuda a saciar a sua inquietação e relaxar. Só cuidado para não exagerar: basta passar os 10 primeiros minutos do dia dessa forma. Terminado esse prazo, é hora de interromper as distrações e se dedicar exclusivamente ao estudo.
2. Divida o tempo em blocos
Estudar para uma prova difícil sempre será uma experiência intensa, mas não necessariamente exaustiva. Talvez você tenha dificuldade para se concentrar porque se cansa rapidamente. A dica é fragmentar o trabalho em pedaços mais digeríveis.
“Faça sessões de 30 minutos, por exemplo, nas quais você vai mergulhar totalmente no que está fazendo”, diz Saade. “Terminado esse prazo, levante e vá respirar um pouco, beber água, fazer algo leve”.
3. Transforme frases em palavras-chave
Além de dividir o tempo em blocos, você também pode recortar o conteúdo a ser estudado em pequenos fragmentos. Ao elaborar um resumo, evite frases ou parágrafos — prefira palavras-chave, esquemas e listas no estilo “bullet points”.
A organização da escrita em pedacinhos facilita a vida dos dispersivos, principalmente na hora de reler tudo. Segundo Saade, é mais rápido ler palavras-chave, e também mais estimulante: você precisa ativamente pensar no nexo entre as ideias, o que exige mais do cérebro e limita a margem para divagações.
4. Prefira o exercício à teoria
De acordo com Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a melhor forma de manter a concentração é tornar as sessões de estudo mais rápidas, curtas e dinâmicas. Para isso, a recomendação é reduzir o volume de leituras e concentrar os seus esforços nos exercícios.
“Dê uma lida geral no conteúdo, mas não passe muitas horas debruçado no livro”, recomenda ele. “Assim que tiver uma ideia da teoria, parta para a resolução de provas de anos anteriores, e vá fixando os conceitos a partir dos seus erros e acertos”.
5. Descubra o seu estilo de aprendizagem
Se você tem facilidade para memorizar coisas a partir de um estímulo visual, pode ser interessante elaborar mapas visuais, diagramas e figuras sobre a matéria. Caso se dê melhor com resumos escritos à mão, prepare o lápis e a caneta. Tem um perfil auditivo? Vale mais gravar a sua própria voz dando uma “aula” sobre o assunto e depois escutá-la.
O importante, diz Estrella, é descobrir qual é o método de aprendizagem que mais combina com o seu modelo mental. Quando você encontra o seu próprio estilo, a compreensão dos conceitos fica mais fácil e rápida. Resultado: o estudo se torna mais estimulante e as distrações perdem (pelo menos em parte) o seu potencial de sedução.
6. De tempos em tempos, retome o conteúdo
A cada 20 minutos de estudo, sugere Piscitelli, faça uma rápida anotação ou gravação de voz sobre os aspectos mais relevantes do que acabou de ler, isto é, uma breve recapitulação do que foi visto.
Além de garantir que você não vai se dispersar, fazer essas retomadas periódicas ajuda a fixação da matéria. “Ao final da leitura, reveja os seus registros de todos os blocos de 20 minutos, e verá como está muito mais familiarizado e seguro com o conteúdo”, diz a consultora.
7. Tenha uma programação
Uma boa forma de manter o foco é ter um roteiro dos temas que você precisa estudar, com uma previsão da carga horária necessária para cada assunto. Mas atenção: ao longo do dia, gerencie o cumprimento das metas como compromissos realmente inadiáveis.
Mas como garantir que você vai respeitar a sua “check-list”? O segredo é ter um propósito para o estudo. No “estado de flow”, conceito desenvolvido pelo psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, nossa concentração se torna absoluta quando estamos num estado emocional positivo, isto é, quando a experiência é prazerosa. “Só podemos entrar em ‘flow’ quando o estudo vai além do racional e envolve crenças e valores, isto é, quando tem um significado para nós”.
https://exame.abril.com.br/carreira/7-tecnicas-de-estudo-para-quem-nao-consegue-se-concentrar/ Acesso em 18/09/2018
REVISÃO: Avaliação de História 7º ano
Data: 18/09/2018
A
historiografia sobre a colonização da América costuma realçar as peculiaridades
da colonização britânica nas colônias do Norte. As diferenças, entretanto, em relação
às colonizações portuguesa e inglesa não são absolutas, pois o sentido de
missão religiosa estava presente nas duas modalidades de colonização,
refletindo a ainda forte presença do misticismo no mundo europeu.
O ano de 1492 foi
crucial não só pela chegada de Colombo à América, como também pela conclusão da
unidade da monarquia espanhola levada adiante pelos reis católicos com a
conquista de Granada, último reduto muçulmano na península.
A
adoção de rígidas normas fixadas para o comércio colonial, como a aplicação do
sistema de portos únicos e a utilização do sistema de frotas anuais (duas) que transportavam
as mercadorias provenientes da metrópole e conduziam na viagem de retorno a
produção colonial, foi uma característica da colonização espanhola na América.
O
número de africanos desembarcados no Brasil devido ao tráfico negreiro, foi o
maior, ao se compararem os dados da América Britânica e os Estados Unidos. Uma
das explicações para essa diferença é que no Brasil, prevaleceu o projeto de
abastecimento da mão de obra escrava por meio do tráfico negreiro; nos Estados
Unidos, predominaram as fazendas onde ocorria a reprodução escrava.
“Em
determinados períodos da História, há mudanças significativas que acontecem em
curto espaço de tempo. Foi assim no início do século XIX, mais precisamente
entre 1808 e 1824, na América de colonização espanhola” (PRADO, Maria Ligia;
PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014. p.
25). As autoras, neste trecho em particular, estão se referindo a que
conjuntura, especificamente as diferentes porções do continente americano e à
decorrente formação de estados nacionais republicanos naquele vasto território.
República
ou monarquia? Esse dilema esteve presente em todo o processo de Independência
do Brasil. Mas a monarquia acabou sendo o sistema adotado em terras
brasileiras, ao contrário do que ocorreu em outras nações americanas, pois,
para essas novas nações surgidas na América espanhola, a república significava
um rompimento maior com a metrópole e a fragmentação do antigo império
colonial.
As
revoluções de independência na América hispânica foram, ao mesmo tempo, um
conflito militar, um processo de mudança política e uma rebelião popular. São
características dos processos de independência nas ex-colônias espanholas na
América o descontentamento com o domínio colonial e a agregação de grupos que
expressavam a heterogeneidade étnica, regional, econômica e cultural do
continente.
Na
América portuguesa, as irmandades eram espaços de auxílio mútuo, em caso de
doença, enterro e assistência a órfãos e viúvas, e de arrecadação de recursos
para alforria, servindo também para manter traços das culturas africanas, como
forma de resistência à sociedade escravocrata.
Os
povos pré-colombianos, habitantes do continente americano, formaram sociedades
complexas com diversas características sociais: - A construção de canais de
irrigação levava as águas dos rios até as áreas de plantio. Os astecas também
criaram os chinampas, ilhas artificiais sobre a água dos lagos, onde os astecas
cultivavam flores e hortaliças.
- A civilização asteca
desenvolveu-se principalmente onde hoje se localiza o território mexicano. A
própria bandeira do México tem no centro uma imagem mitológica creditada aos
astecas.
- A guerra era um
elemento sagrado para alguns dos povos pré-colombianos, pois garantia
prisioneiros que serviam de oferendas para os deuses cultuados.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
5º Ano
Independência do Brasil
Um dos principais eventos da história brasileira foi a Independência do Brasil. Realizada pelo príncipe regente D. Pedro I em 07 de setembro de 1822, o fato marcou o fim do domínio da coroa portuguesa sobre o território colonial brasileiro.
Portugal iniciou o processo de colonização do Brasil em 1500 e por mais de trezentos anos explorou economicamente a região, principalmente com o cultivo de cana-de-açúcar e a exploração de ouro e diamantes. Baseada na força de trabalho de africanos escravizados, a exploração colonial proporcionou a ampliação das fronteiras para além do Tratado de Tordesilhas, criando ainda alguns aglomerados urbanos, principalmente em pontos do litoral do Brasil.
Em 1808, a Família Real portuguesa fugiu de Portugal para o Brasil, após a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. Esse episódio foi extremamente importante para a Independência do Brasil, pois a presença dos membros da Família Real, comandada por D. João VI, mudou o cenário social e cultural do Rio de Janeiro, além de permitir a abertura econômica da colônia, possibilitando uma troca de mercadorias, que foi responsável por enriquecer uma camada de comerciantes que habitava o país.
Essas mudanças foram criando uma necessidade e um sentimento de separação da metrópole portuguesa, pois os membros da classe que dominava a colônia perceberam que poderiam se enriquecer ainda mais sem o controle que Portugal exercia sobre o Brasil. Outras revoltas já tinham ocorrido na metrópole com o mesmo interesse de separação, como a Inconfidência Mineira de 1789 e a Conjuração Baiana de 1798.
Em 1815, os membros da Família Real elevaram o Brasil da condição de colônia portuguesa à de Reino Unido de Portugal e Algarves. A Família Real portuguesa permaneceu no Brasil até 1821, quando em Portugal estourou uma rebelião na cidade do Porto, cujos efeitos se fizeram sentir no Brasil, gerando uma forte oposição à coroa portuguesa. Com a volta de D. João VI a Portugal, seu filho, Pedro de Alcântara de Bragança e Bourbon, permaneceu como príncipe regente no Brasil.
Porém, os comerciantes portugueses que viviam em Portugal queriam que o Brasil voltasse à condição de colônia para que fossem restaurados seus privilégios econômicos. Essa intenção desagradava os habitantes brasileiros que comercializavam nos portos.
Em 09 de janeiro de 1822, o então príncipe regente Pedro negou-se a voltar a Portugal, afirmando que, em virtude da vontade do povo brasileiro, ficaria no Brasil. Esse dia ficou conhecido como “Dia do Fico” e aprofundou os conflitos entre Portugal e Brasil. Mas o interesse de Pedro não era o de satisfazer todo o povo brasileiro, mas sim a classe que dominava política e economicamente o país.
Esses conflitos intensificaram-se até o momento em que as ações pela independência poderiam fugir do controle dos grupos que dominavam o Brasil. Com o objetivo principal de manter a unidade territorial do país e evitar divisões como as que ocorreram nas colônias espanholas, o príncipe regente Pedro decidiu proclamar a Independência, em 07 de setembro de 1822. Com essa medida, o Brasil tornou-se uma Monarquia independente de Portugal, e o príncipe regente passou a ser o imperador D. Pedro I.
Como se encontrava em viagem, a declaração de independência ocorreu às margens do rio Ipiranga, na província de São Paulo. Existem muitos mitos em torno desse fato. Um deles era o de que D. Pedro I queria melhorar a vida do povo brasileiro com a independência. Seu objetivo era manter a união do território, agradando aos interesses dos grupos que dominavam a colônia. Um indício disso é que não houve sequer menção à abolição da escravidão, o que beneficiaria o principal grupo social que habitava o país, os africanos escravizados.
D. Pedro I foi retratado como um herói nacional, seja em pinturas ou nos livros de história durante muitos anos. Entretanto, o que realmente houve foi uma mudança na forma de governar, sem alterar as pessoas que comandavam o governo. Com a Independência do Brasil, os grupos dominantes passaram a ter liberdade para ditar os rumos que o país deveria tomar.
Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/independencia-do-brasil-1.htm
Acessado em 10/0/2018
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Conteúdo 6º ano
Copiar no caderno:
Antiguidade
Ocidental
O
termo Antiguidade Ocidental refere-se a um longo período da História da Europa
que se estende aproximadamente do século VIII a.C., com o surgimento da poesia
grega de Homero, à queda do Império romano do ocidente no século V d.C., mais
precisamente no ano 476. No eixo condutor desta época, que a diferencia de
outras anteriores ou posteriores, estão os fatores culturais das suas
civilizações mais marcantes, a Grécia e a Roma antigas.
Divisão da história da Grécia
A história da Grécia é dividida, pelos
historiadores, em quatro períodos principais:
- Pré-Homérico
- Homérico
- Arcaico
- Clássico
O governo nas cidades-Estados
O ostracismo
O período clássico
Gregos contra Persas
Gregos contra gregos
Período Pré-Homérico
O período Pré-Homérico corresponde ao apogeu e à
decadência da civilização
cretense, que se desenvolveu em Creta, a maior ilha do Mar Egeu.
Essa ilha era povoada por tribos que, provavelmente, tenham vindo da Ásia
Menor.
Durante esse período, outros povos dirigiram-se a
Grécia: os aqueus, que se estabeleceram na Grécia continental e também na Ilha
de Creta. Os aqueus dominaram os cretenses por volta de 1400 a.C. dando origem
à civilização creto-micênica. Além dos aqueus, os jônios e os eólios
também chegaram a Grécia. De todos esses povos, o mais importante foi o dório,
com características guerreiras, que deram novo rumo à História Grega. Os dórios
destruíram a civilização creto-micênica e conquistaram a Grécia. Esses
acontecimentos anunciaram um novo período da História da Grécia – o período
Homérico.
O período homérico
A partir das invasões dórias teve início um período
muitas vezes chamado de homérico, porque o conhecimento que se tem da sociedade
grega da época se deve, em grande parte, a dois poemas – a Ilíada e
a Odisseia -, atribuídos a Homero. A Ilíada narra
a guerra de Troia, e a Odisseia, as aventuras do herói grego Ulisses (Odisseu)
em sua viagem de volta a Grécia após a conquista de Troia. Há muita discussão
sobre a autoria desses poemas. Muitos estudiosos defendem que Homero nunca
existiu e que esses teriam sido obras do passado coletivo grego, tendo sido
transmitidos oralmente de geração em geração.
Com a invasão dória, um novo modelo social se
implantou: a produção passou a ser de subsistência, com exploração da
mão-de-obra familiar, auxiliada por uns poucos assalariados e escravos; a arte
e a escrita desapareceram; o artesanato decaiu; as armas de bronze finalmente
trabalhadas foram aos poucos sendo substituídas por artefatos grosseiros,
feitos de ferro; e o sepultamento em magníficos túmulos foi substituído pela
cremação simples.
Nesse período a população passou a se organizar em
pequenas comunidades, cuja unidade básica era a família. Essa forma social é
chamada de genos. Cada geno possuía seu próprio líder, seu culto
religioso e suas leis.
O período
Arcaico inicia-se com a reunião dos genos em unidades políticas maiores,
chamadas pólis ou
cidades-Estados.
Nesse tipo
de organização não existia um governo único, cada cidade-estado tinha suas
leis, seu governo, sua economia e sua sociedade própria e independente. O
palácio do governo e os templos eram construídos em uma colina fortificada, a
acrópole.
As
pólis gregas possuíam uma arquitetura parecida. Na parte baixa ficava uma
praça, aágora, onde
aconteciam as assembleias dos cidadãos e as transações comerciais. Era também
onde os juizes da cidade julgavam os criminosos e onde se realizavam os
festivais de poesias e os jogos praticados em honra aos deuses. As duas pólis
mais importantes foram Esparta e Atenas.
Esparta
foi fundada pelos dórios por volta do século IX a.C. Situava-se em uma região
chamada Lacônia. As condições naturais da região onde ficava Esparta eram muito
áridas: o solo montanhoso e seco dificultava o abastecimento da cidade. Essas
condições adversas levaram os espartanos a conquistar terras férteis por meio
de guerras.
O poder em
Esparta era exercido por um pequeno grupo ligado às atividades militares.
Apenas uma minoria participava das decisões políticas e administrativas – os
esparciatas- que se dedicavam única e exclusivamente à política e à
guerra.
A vida em
Esparta girava em torno da guerra. Os espartanos temiam que os povos que haviam
conquistado se rebelassem; temiam também que os escravos se revoltassem. A
necessidade de garantir o poder dos esparciatas e o medo de que ideias vindas
de fora colocassem em xeque esse poder faziam com que as viagens fossem
proibidas e os contatos comerciais fossem quase inexistentes. Esparta
fechava-se em torno de si mesma, impondo aos seus habitantes um modo de vida
autoritário e de subordinação aos interesses do Estado.
A
agricultura, o artesanato e o comércio eram praticados pelos periecos, uma
camada de homens livres, mas sem direito de participar da política em Esparta.
Os escravos eram chamados de hilotas, pertenciam ao
Estado e trabalhavam para os esparciatas.
Os jovens
eram educados pelo Estado. Desde os sete anos deixavam as casas de suas
famílias e se dirigiam para locais de treinamento militar.
Atenas,
hoje a capital da Grécia, localizava-se no centro da planície Ática, às margens
do Mar Egeu. Foi o avesso de Esparta: teve uma vida urbana e aberta às
novidades. A atividade comercial foi a base de sua economia e os atenienses
praticaram intenso comércio com diversos povos.
A
sociedade ateniense era dominada pelos eupátridas, que
eram grandes proprietários de terras. Contudo, o poder dos eupátridas era
constantemente desafiado pelas camadas menos favorecidas e pelos comerciantes,
que exigiam maior igualdade de direitos.
E por que
esses segmentos desafiavam o poder dos eupátridas? Os pequenos proprietários,
muitas vezes sem recursos. Viviam constantemente ameaçados pela escravidão por
dívidas. Já os comerciantes, artesãos e assalariados urbanos, que eram chamados demiurgos, estavam
excluídos das decisões políticas da pólis e também queriam participar delas.
O
resultado dessas pressões constantes foi uma reforma nas leis feita por Sólon,
um juiz ateniense. Por essa reforma, foi abolida a escravidão por dívidas e foi
ampliado o direito de voto, de acordo com a riqueza que cada um possuía.
Porém, as
reformas de Sólon só beneficiaram os comerciantes ricos. O resto da população
continuou excluída das decisões políticas da pólis. A situação em Atenas não
era nada calma com a pressão constante dos excluídos. Além disso, a cidade foi
dominada pelo tirano (link dicionário) Pisistrato por mais de 30 anos.
Com o fim
da tirania, foi Clistenes, um aristocrata preocupado com os problemas das
camadas populares, o responsável por uma nova reforma. Ampliou a participação e
o direito de decisão política para todos os cidadãos atenienses, isto é, todos
os homens livres e nascidos em Atenas, maiores de 18 anos. A cidade foi
dividida em demos, um tipo de distrito que elegia
seus representantes para a assembleia. Esta, por sua vez, escolhia as pessoas
que iriam integrar o conselho, responsável pelo governo da cidade.
Continuavam
excluídos da pólis os estrangeiros, as mulheres e os escravos. Como você pode
observar, os benefícios da democracia ateniense estavam reservados somente aos
cidadãos, o que é diferente da democracia dos nossos dias.
A educação
em Atenas era bastante diferente da adotada em Esparta. Os atenienses
acreditavam que sua cidade-Estado seria mais forte se cada menino desenvolvesse
integralmente suas melhores aptidões. O ensino não era gratuito nem
obrigatório, ficando a cargo da iniciativa particular. Os garotos entravam para
a escola aos 6 anos e ficavam sob a supervisão de um pedagogo, com quem
estudavam aritmética, literatura, música, escrita e educação física.
Interrompiam os estudos apenas nos dias de festas religiosas, e, quando
completavam 18 anos, eram recrutados pelo governo para treinamento militar, que
durava cerca de dois anos.
As
mulheres de Atenas estavam reservadas apenas as funções domésticas. Os pais
tratavam de casar logo as ilhas adolescentes, as quais, após núpcias, ficavam
sob o domínio total dos maridos. Nesse mundo masculino, ficar em casa e em
silencio era o maior exemplo de virtude para representantes do sexo feminino.
As cidades-Estado gregas conheceram a maioria dos sistemas de governo existentes hoje. Atenas e Esparta, que sempre foram rivais, podem servir de exemplos para estudarmos os tipos de governo que existiram nas demais cidades.
A monarquia foi o regime político inicial em todas as póleis gregas; todas elas foram, pelo menos inicialmente, governadas por reis. Além de governarem as cidades, os reis também desempenhavam funções religiosas, atuando como sacerdotes e representantes dos deuses.
Na cidade de Esparta o governo era exercido simultaneamente por dois reis e dele participavam duas assembleias: a Apela, formada por representantes do povo, e a Gerúsia, um conselho de anciãos. O poder dos reis espartanos era limitado; magistrados dos conhecidos como éforos vigiavam suas atividades.
As leis em Esparta foram elaboradas por Licurgo, o legislador que transformou a cidade em um Estado militarista.
Outro sistema conhecido pelos gregos foi a oligarquia, em que o poder ficava dividido entre pessoas que pertenciam às famílias mais importantes de uma cidade. O termo oligarquia significa “governo de poucos”.
Em algumas cidades, os governos oligárquicos foram derrubados pela força. Aqueles que assumiam o poder em seguida eram conhecidos como tiranos.
A tirania – governo dos tiranos – se estabelecia e se mantinha no poder por meio da força.
O reformador Clistenes implantou uma lei em Atenas determinando eu qualquer cidadão que ameaçasse a segurança da cidade poderia ser condenado ao exílio por dez anos, isso era chamado de ostracismo. Ela lei procurava evitar que se repetisse um governo tirano em Atenas.
A democracia ateniense atingiu seu apogeu durante o governo de Péricles, no século V a.C. que marcou o início do chamado Período Clássico.
Contudo, as desavenças internas, a escassez de terras e a necessidade de expansão do comércio levaram as cidades gregas, entre elas Atenas, a conquistar várias áreas coloniais, próximas ou distantes. Os espartanos não gostaram dessa expansão territorial de Atenas e a disputa por melhores terras determinou a criação de dois grupos rivais: a Liga do Peloponeso, liderada por Esparta, e a Liga de Delos, sob a liderança de Atenas.
No início do século V a.C., iniciou-se a chamada Guerra do Peloponeso, na qual Atenas saiu derrotada. Esse acontecimento foi o começo do declínio das antigas cidades-Estados gregas.
Entre os séculos VI e V a.C., a expansão do Império Persa passou a ameaçar a autonomia das cidades-estados gregas. Por volta de 500 a.C., os persas dominavam várias colônias gregas na Ásia Menor e seu objetivo era conquistar também a Grécia. Na luta contra o inimigo comum, as cidades-estados se uniram e conseguiram derrotar os persas em várias batalhas. Esse conflito, que durou vários anos, ficou conhecido como Guerras Greco-pérsicas ou Guerras Médicas, assim denominadas porque os gregos chamavam os persas de medos.
A decadência da civilização grega iniciou-se a partir das Guerras do Peloponeso, quando os gregos lutaram contra os gregos. As origens do conflito estão no descontentamento geral, sobretudo de Esparta, em relação à supremacia ateniense.
Esparta era aristocrática e estava determinada a manter sua organização sem interferências ou influencias atenienses. Atenas, democrática e também poderosa guerreira, estava disposta a impor suas ideias e princípios.
Na primeira fase da guerra, entre 431 e 421 a.C., houve um certo equilíbrio entre as partes, com espartanos e atenienses conseguindo algumas vitórias. Após esse período as duas cidades fizeram um acordo de paz que deveria durar 50 anos.
Entre 415 e 413 a.C., a trégua foi quebrada pelos atenienses, que desejavam conquistar regiões dominadas pelos espartanos. Atenas foi derrotada e perdeu parte de sua frota e contingente militar. Os anos seguintes, de 413 a 404 a.C., podem ser considerados de ofensiva dos espartanos. Esparta aniquilou definitivamente Atenas, já bastante enfraquecida pelas perdas anteriores, iniciando sua hegemonia (domínio) sobre o mundo grego.
"Antiguidade
Clássica - Grécia" em Só
História. Virtuous Tecnologia da Informação, 2009-2018. Consultado em
04/09/2018 às 07:54. Disponível na Internet em http://www.sohistoria.com.br/ef2/grecia/
Resumo 7º ano
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A conquista da América
A conquista da América foi um dos maiores empreendimentos realizados pela Espanha em sua história. A chegada da expedição de Cristóvão Colombo na América, em 1492, iniciou um processo que levou ao domínio dos povos indígenas e foi o auge de um longo processo de exploração do Atlântico durante todo o século XV.
O objetivo inicial de Colombro era alcançar a Ásia – chamada de “Índias” –, entretanto, a expedição de Colombo resultou na chegada dos europeus ao continente americano e iniciou o processo de ocupação e colonização.
A conquista da América espanhola ocorreu, principalmente, por meio da violência, o que foi bastante ressaltado em relatos da época. Os contatos iniciais amigáveis logo foram superados pela ambição do espanhol de conquistar e explorar, principalmente à procura de metais preciosos.
Com a chegada dos espanhóis em 1492, Isabel de Castela e Fernando de Aragão, conhecidos também como os reis católicos, fizeram uso da sua influência – conquistada após anos de lutas contra os muçulmanos da Península Ibérica – com a Igreja Católica e, assim, surgiu o Tratado de Tordesilhas, de 1494. O aval da Igreja Católica durante o século XV era extremamente importante porque as decisões decretadas pelo Papa estavam acima das decisões dos reis. O Tratado estipulou uma linha imaginária sobre a América. Assim, as terras descobertas a oeste da linha foram nomeadas como posse da Espanha e as terras descobertas a leste foram nomeadas como posse de Portugal.
Nas terras que foram consideradas espanholas pela Igreja, estavam duas grandes civilizações: astecas e incas. Essas civilizações eram conhecidas pelo avançado estilo de vida, possuindo um largo conhecimento sobre inúmeros assuntos, além de possuírem grandes construções e formarem sociedades extremamente complexas e organizadas.
Os espanhóis haviam passado séculos lutando contra os muçulmanos na Península Ibérica em um processo chamado de Reconquista. Assim, viram nas expedições à América uma nova reconquista, uma vez que os povos nativos não eram cristãos.
Sobre a conquista da América, é importante considerar que quase não havia financiamentos da Coroa para as expedições, que, em geral, eram financiadas por banqueiros interessados no retorno financeiro dessas expedições caso fossem encontrados metais preciosos. Entretanto, era necessária uma autorização da Coroa para que uma expedição fosse realizada. Hoje, sabe-se que inúmeras expedições foram realizadas de maneira clandestina. Toda expedição autorizada pela Coroa tinha como obrigação o pagamento do quinto de imposto (a cobrança de 1/5 ou 20%) de todas as riquezas obtidas.
Causas da Conquista
A história nos conta a vitória dos espanhóis sobre os nativos à custa do extermínio destes. Na maioria dos casos, os espanhóis lutavam em cenários extremamente adversos, pois estavam em número consideravelmente inferior ao dos nativos. Apesar disso, existem motivos que ajudam a entender a vitória dos espanhóis:
- Doenças: o contato dos nativos com doenças trazidas pelos europeus foi mortal. A varíola, principalmente, dizimou vilas e tribos inteiras de maneira epidêmica e fulminante;
- Superioridade de armas: as armas utilizadas pelos espanhóis eram notadamente superiores, pois as armaduras de metal dos espanhóis garantiam importante proteção, além do uso de espadas, bestas, arcabuzes etc.
- Alianças: a conquista dos incas e astecas só foi possível porque inúmeros outros povos conquistados por incas e astecas aliaram-se aos espanhóis na esperança de se libertarem dos seus algozes.
Violência
Nos primeiros anos, a colonização espanhola aconteceu apenas nas ilhas do Caribe, com a implantação de cidades e da mineração de aluvião. Rapidamente as populações nativas do Caribe foram quase completamente dizimadas, como nos diz o relato:
“Sobre esses cordeiros tão dóceis [os nativos], tão qualificados e dotados pelo seu Criador como se disse, os espanhóis se arremessaram no mesmo instante como leões e tigres cruéis, há muito tempo esfaimados, de quarenta anos para cá, e ainda hoje em dia, outra cousa não fazem ali senão despedaçar, matar, afligir, atormentar e destruir esse povo por estranhas crueldades (como vos farei ver depois); de tal sorte que de três milhões de almas que havia na ilha Espanhola e que nós vimos, não há hoje de seus naturais habitantes nem duzentas pessoas. A ilha de Cuba, […], está hoje como deserta. A ilha de São João e a de Jamaica, ambas muito grandes e muito férteis, estão desoladas”|1|.
Em várias partes da América, entretanto, houve resistências dos nativos, que lutaram para sobreviver. Outros, em contrapartida, optaram por fugir. Além disso, muitos espanhóis tentaram defender os nativos, denunciando as violências cometidas. O bispo Frei Bartolomé de Las Casas foi o maior nome na defesa dos índios contra a violência espanhola. Mesmo assim, a mortalidade foi gigantesca e estima-se que cerca de 80% da população nativa original tenha morrido durante o século da conquista.
SILVA, Daniel Neves. "Conquista da América espanhola"; Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/historia-da-america/conquista-america-espanhola.htm>. Acesso em 04 de setembro de 2018.
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