quinta-feira, 22 de novembro de 2018

5º ano Atividade de informática 27/11/2018



1- NESTA ATIVIDADE SERÁ APRESENTADO UM TEXTO QUE O ALUNO DEVERÁ LER, E 

DEPOIS RESPONDER AS 15 PERGUNTAS REFERENTES AO TEXTO.


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2- JOGOS EDUCATIVOS:  Atividades online de Matemática ( adição, subtração e multiplicação) no "Parquinho da Matemática".

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3- DEPOIS AQUI: 👉JOGOS COM SOMA E ADIÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS





ATIVIDADE PARA 8º E 9º ANO 24/11/2018

ATIVIDADE AVALIATIVA:
Neste bimestre faremos um trabalho sobre a reciclagem e sua importância para nossas vidas, sobre o consumo consciente, o que é e para que temos que pensar antes de consumir.
Vamos pesquisar na internet e utilizar esses dados para a construção de tabelas. 
TRABALHO DE INFORMÁTICA
  1. Qual o tempo de decomposição desses itens: 

Cascas de frutas
Papel
Pano
Chiclete
Filtro de cigarro
Tampa de garrafa
Madeira pintada
Nylon
Sacos plásticos
Lata de conserva
Latas de alumínio
Plástico
Fralda descartável
Garrafas de vidro
Pneu
Garrafas de plástico (pet)
Borracha
Vidro
  1. Faça uma tabela no Excel ou Word com essas informações.
  2. Adicione na frente de cada item a sua imagem correspondente.

Exemplo:

Enviar para meu e-mail: paulapalmas@hotmail.com

6º ano - Atividade para 26/11/2018 a 30/11/2018


6º ano

Escrever no caderno e estudar.
Germanos e bizantinos:

Germanos

Originados na região norte da Europa, os germanos são considerados uma população indo-europeiaque faz uso de idiomas indo-europeus germânicos. A origem destes povos tem data no ano de 1800 a. C. De acordo com alguns historiadores, os primeiros representantes desta população surgiram na planície norte da Alemanha e depois migraram para o local onde atualmente encontram-se a região Sul da Suécia e a Dinamarca (Escandinávia). Nestas localizações, havia um clima favorável e ocorreu a síntese entre povos nativos provindos da região do Danúbio, dando origem aos proto-germanos.
Durante o período que abrange os anos 2000 e 1800 a. C., os proto-germanos, introdutores da agricultura e da cerâmica na região, entraram em contato com outros povos da fatia oriental da Europa. Desta forma, passaram por uma transformação em que adquiriram a cultura da metalurgia(bronze), atividades de pastoreio, estrutura social com caráter patriarcal, a prática do sepultamento dos mortos, um dos primeiros rituais de culto aos falecidos. Os germanos foram obrigados a partir para outras áreas durante o primeiro milênio a. C. Isso ocorreu devido chegada dos celtas e das alterações drásticas no clima.
Durante o século V a.C., os germanos dividiram-se em dois grupos: ocidentais e orientais. Os primeiros foram responsáveis pela imagem bárbara que este povo ganhou ao entrar em contato com os romanos. Pelo lado dos orientais, os povos que ficaram conhecidos pelo seu poderio foram os visigodosostrogodosburgúndios e vândalos. Entre suas principais características, destacam-se as bélicas. Utilizavam armamentos eficazes e possuíam cavalaria pesada. Entre as armas, as principais eram a espada de dois gumes, a lança e o escudo redondo. Apesar das inúmeras diferenças entre as tribos, os germanos eram, em sua maioria, camponeses e guerreiros.
No campo religioso, os germanos eram adoradores de fenômenos naturais como raios, trovões, a lua e o sol. Entre seus deuses, podem ser citados: Thor, que protegia os camponeses e lançava raios, Wothan, senhor das guerras, do comércio e dos mortos e Tiwaz, que comandava assembleias e dominava o céu. Os germanos acreditavam na existência de vida depois da morte. Para eles, os guerreiros mortos na guerra atingiam o paraíso, chamado de Walhalla. Já os que morriam devido a doenças ou velhice iam para o Hell (inferno). No caso das mulheres, após deixarem a vida, iam para um palácio onde encontravam a deusa Freyla.
Fontes:
MORAES, J.G.V. Caminho das Civilizações. História Integrada Geral e Brasil. São Paulo: Atual, 1998.
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/germanos2.htm
http://www.alconet.com.ar/varios/mitologia/germana/mito06.html

 

Império Bizantino


Um dos impérios mais importantes da história foi o Império Bizantino, que nasceu no século IV quando o Império Romano dava sinais da queda de seu poder, principalmente por conta das invasões bárbaras nas suas fronteiras. Diante de tantos problemas, o Imperador Constantino transferiu a capital do seu império para a cidade do Oriente, Bizâncio, a qual mais tarde passou a ser chamada de Constantinopla. Apesar de essa mudança significar a queda do poder no Ocidente, a localização do novo lugar facilitava bastante o comércio da região, já que ficava entre o Mar Negro e o Mar Mármara, o que favoreceu muito a restauração da cidade e chegou a transformá-la em uma Nova Roma.
Veja agora, um resumo sobre o Império Bizantino e suas principais características.
O governo de Justiniano
Mesmo com a bonança no comércio, o auge do Império só foi atingido durante o governo do Imperador Justiniano. Ele visava a reconquista do poder do Império Romano que havia sido perdido e acabou sendo um legislador que mandou as leis romanas serem compiladas desde a República até o Império. Justiniano também combateu as heresias, sempre buscando dar unidade ao cristianismo, afinal isso facilitaria a monarquia.
Divisão da sociedade do Império Bizantino
A sociedade bizantina era uma hierarquia. Confira a seguir a sua organização:
·         No topo encontrava-se o Imperador e sua família;
·         Logo abaixo, ficava a nobreza, que era formada pelos assessores do Imperador;
·         Em seguida, o alto clero, que era privilegiado com sua posição hierárquica;
·         Depois vinha a elite, que era composta de fazendeiros, comerciantes e donos de oficinas artesanais;
·         Havia uma camada média da sociedade formada por pequenos agricultores, baixo clero e trabalhadores de oficinas de artesanato;
·         A maior parte era formada pelos pobres camponeses que ganhavam pouco e tinham de pagar altas taxas de impostos.
Religião, crise e tomada de Constantinopla
Os caminhos religiosos do Império Bizantino eram os mesmos da sociedade romana, ou seja, o Cristianismo era a doutrina seguida. Era costume fazer várias manifestações artísticas representando Cristo e os santos para que os fiéis adorassem essas imagens, o que enriquecia os monges e os dava grande poder de manipulação sobre a sociedade. Todo esse poder incomodou o governo, que passou a proibir a veneração de imagens, com exceção da de Jesus, e a pena de morte foi decretada para aqueles que insistissem em adorar os objetos. Isso gerou uma pequena guerra civil conhecida como A Questão Iconoclasta.
Quando Justiniano veio a falecer, o Império Bizantino ficou a mercê de várias invasões que começaram a gerar muitos problemas para a capital, começando assim a sua queda. Com o passar do tempo, Constantinopla se encontrava ainda mais enfraquecida e o império acabou se dividindo em diferentes cidades feudais. A cidade teve sua queda definitiva no ano de 1453, após a invasão dos turcos.

Escrever e responder no caderno: 

A partir de 406, povos germânicos, vindos do norte e do centro da Europa, entraram nos territórios romanos, muitos fugindo dos ataques dos hunos, um povo vindo das regiões orientais e que tinha forte tradição guerreira.
No ano de 476, um dos povos germânicos, os hérulos, depôs o imperador do Ocidente Rômulo Augústulo. Alguns historiadores consideram que esse fato marcou a queda de Roma e o início, na Europa Ocidental, do que chamam de Idade Média.
Em razão da crise econômica, as cidades foram se esvaziando. Roma, por exemplo, que tinha mais de 1 milhão de habitantes no auge do império contava com 300 mil quando a crise se agravou. Várias mudanças contribuíram para que essas pessoas migrassem para o campo.
- A dificuldade de obter trabalho nas cidades devido à diminuição da atividade econômica (crise do comércio, da produção artesanal e a escassez de metais).
- Os saques realizados por bárbaros e assaltantes, que tornavam as cidades inseguras (nas cidades costeiras, houve também a ação de piratas).
A maior parte da população urbana mudou-se para o campo em busca de abrigo, trabalho e proteção.
Além de homens livres, muitos escravos (livres e fugitivos) se refugiaram nos campos. A partir de então, a sociedade efetivamente se ruralizou, ou seja, instaurou-se em modo de vida em que a condição social das pessoas passou a ser determinada pela relação que tinham com a terra.
11. Responda:
a) O que fez os povos germânicos entrarem nos territórios romanos? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
b) o que contribuiu para que as pessoas fugissem para o campo? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1) Roma, de simples cidade-estado, transformou-se na capital do país e mais duradouro dos impérios conhecidos. Assinale a alternativa diretamente relacionada com o declínio e queda do Império Romano:
(a) Triunfo do cristianismo e urbanização do campo.
(b) Estabilização das fronteiras e crescente oferta de mão de obra.
(c) Barbarização do exército e crise no modo de produção escravista.
(d) Ensino democrático e aumento dos privilégios das classes superiores.

2) Sobre a ruralização da economia ocorrida durante a crise do Império Romano, podemos afirmar que:
(a) foi consequência da crise econômica e da insegurança provocada pelas invasões dos bárbaros.
(b) foi a causa principal da falta de escravos.
(c) proporcionou ao Estado a oportunidade de cobrar mais eficientemente os impostos.
(d) incentivou o crescimento do comércio.

3) Em relação ao Império Bizantino, é certo afirmar que:
(a) o governo era ao mesmo tempo teocrático e liberal.
(b) o Estado não tinha influência na vida econômica.
(c) o comércio era sobretudo marítimo.
(d) o Império Bizantino nunca conheceu crises sociais.

4) O Império Bizantino, ao longo de sua história, apresentou um governo que se caracterizou por:
(a) apresentar um caráter despótico associado à grande influência religiosa.
(b) procurar eliminar suas origens romanas e por restringir o poder dos soberanos.
(c) proporcionar condições sociais que possibilitaram eliminar, desde suas origens, o problema da escravidão.
(d) controlar, chegando a eliminar completamente, o poder da burocracia no Estado.

5) No período de 532 ocorreu em Constantinopla uma revolta, consequência da insatisfação popular contra a opressão geral dos governantes e os enormes tributos, essa revolta ficou conhecida como:
(a) Revolta tributária.   
(b) Revolta de Constantinopla.
(c) Fim ao tributo.                
(d) Revolta de Nika.
6) A religião oficial do império bizantino era:
(a) o islamismo.                    
(b) o cristianismo.
(c) o budismo.                      
(d) o judaísmo.

7) Explique o que foi o movimento iconoclasta, ocorrido no Império Bizantino.

8) Na origem do chamado “Cisma do Oriente”, pode-se apontar corretamente que:
(a) as desavenças entre os membros da hierarquia católica e o Imperador bizantino diziam respeito à cobrança das indulgências e à corrupção dos bispos.
(b) significou o aparecimento de inúmeras seitas “reformadas”, que se desligaram da Igreja romana.
(c) no Império Bizantino, a Igreja era submetida ao Imperador e promovia um excessivo culto aos ídolos e às imagens.
(d) em Bizâncio, ao contrário do cristianismo ocidental, as imagens e os ídolos dos santos não eram objetos de adoração e culto.

9) Uma das artes que mais se destacou no império bizantino foi:
(a) a arte em mosaicos.          
(b) a arquitetura.
(c) as esculturas em barro.    
(d) a costura.

10) Assinale a alternativa que traz o motivo da queda do Império Bizantino:
(a) A perda de território bizantino para os árabes.
(b) O baixo comércio pelo mar Mediterrâneo e seu consequente descontrole.
(c) O pouco investimento militar na defesa do império e a crise econômica.
(d) Os enormes gastos militares para defender as fronteiras  e os sucessivos ataques de turcos-otomanos que conquistaram Constantinopla.





6º ano 22/11/2018

Fazer  as atividades Página 189 e 202 do livro. Segue Print.

7º Ano - A mão de obra escrava 27/11/2018


7º ano

Escrever no caderno e estudar. 

A mão de obra escrava

No Brasil (1500 - 1888), tanto os índios como os negros africanos, foram escravizados;
Enquanto isso, nas colônias espanholas, predominava a escravidão indígena;
Nas colônias inglesas, francesas e holandesas utilizou-se mais a mão de obra africana.
Do escambo à escravidão

No inicio da colonização da América, os europeus realizavam escambo com os indígenas – troca do trabalho indígena por mercadorias de pouco valor (miçangas, espelhos e machados...);
Cada indígena trabalhava até conseguir o que desejava, depois recusava-se a continuar no trabalho;
Os europeus não entendiam essa atitude e consideravam os indígenas como indolentes; passaram, então, a escravizar os nativos.

O trafico negreiro

Portugueses, holandeses e ingleses controlavam o tráfico de escravos da África para a América;
Havia varias maneiras de se conseguir escravos africanos: ataques a aldeias próximas ao litoral; alianças com chefes tribais que trocavam prisioneiros por mercadorias (cavalos, tecidos, objetos de cobre, fumo, aguardente...);
Os africanos vinham em navios para a América; viajavam acorrentados para evitar rebeliões;
As condições de higiene eram péssimas e boa parte morria durante a viagem; por causa disso os navios negreiros passaram a ser chamados de “tumbeiros”;
Na América, os africanos eram vendidos aos proprietários de terras para o trabalho nas lavouras;
Trabalhavam 18 horas por dia, comiam pouco e eram submetidos a duros castigos físicos; a média de vida de um escravo mal passava dos 35 anos;

Mitos sobre a escravidão no Brasil

No século XIX, viajantes europeus escreviam sobre o cotidiano das cidades brasileiras; a visão desses autores contribuiu para a formação de alguns mitos sobre a escravidão;
Diziam que os senhores compravam escravos de etnias (raças) diferentes para evitar que se comunicassem e organizassem rebeliões; isso aconteceu, na realidade, na antiga Roma;
No século XVI não havia como escolher a origem dos escravos; quanto menor a distancia do local de origem maior seria a sobrevivência durante a viagem; daí o grande número de bantos no Rio de Janeiro e de africanos do Sudão e da Guiné na Bahia e norte do Brasil.

Famílias na senzala
Outro mito é a crença de que os escravos africanos não constituíam família; a família era incentivada para garantir a paz entre escravos e senhores, além de enraizar os escravos no local em que habitavam;
Muitos viviam em senzalas coletivas ou na casa dos senhores; escravos casados tinham moradia separada;
Alguns possuíam terra e plantavam alimentos para seu consumo; eram casas baixas, sem janelas e sempre com o fogão aceso (simbolizava a ligação com os lares dos antepassados, na África).

Formas de resistência
Indígenas e africanos resistiram à escravidão durante o tempo em que ela existiu no Brasil;
Os nativos entraram em guerra contra os colonos portugueses; indígenas e negros fugiam do cativeiro para regiões distantes chamadas quilombos (na América espanhola eram chamados de “palenques” ou “cumbes”);

A Revolta dos Malês
Ocorreu em Salvador, Bahia, em 1835;
O termo “malê” era usado para designar escravos e forros (escravos libertos) muçulmanos (negros islamitas); muitos eram negros de ganho, com maior liberdade de circular pela cidade;
Por serem em pequeno número, os malês se uniram a escravos e forros não muçulmanos;
24/1/1835 – inicio da revolta, data de encerramento do ramadã, mês de jejum dos muçulmanos; os malês acreditavam que naquele dia Alá estaria controlando os espíritos do mal e reorganizando o mundo – momento ideal para a rebelião;
O plano era sair de Vitória (hoje bairro da Barra, em Salvador) e tomar a cadeia pública, o palácio do governo e alguns quartéis;
Cerca de 600 negros lutaram contra as forças policiais, mas foram vencidos; muitos morreram nos confrontos ou acabaram presos; cinco dos principais líderes foram condenados à morte.
Essas revoltas fizeram o governo brasileiro tomar medidas firmes para controlar a população escrava, entre elas, a pena de morte para crimes cometidos por escravos contra senhores e feitores; outras regiões do Brasil proibiram a e importação de escravos vindos da Bahia.
                              
Marcas da escravidão

- Os descendentes de africanos escravizados até hoje são discriminados em quase todos os espaços da sociedade brasileira;
- Ultimas décadas – obtiveram algumas conquistas políticas (tratamento diferenciado para compensar a discriminação sofrida durante séculos – as cotas nas universidades, por exemplo);
- Pessoas contrárias as esses benefícios alegam que a escravidão já existia na África muito antes da chegada dos portugueses (prisioneiros de guerra, condenados pela justiça, devedores...) e que não faz sentido, hoje, os afrodescendentes cobrarem essas reparações já que seus antepassados também praticavam a escravidão;
- Entretanto, essas sociedades não foram responsáveis pela desgraça de milhões de pessoas enviadas para a América por varias gerações;
- Escravismo (escravidão como principal forma de trabalho de uma sociedade) – foi o fator responsável pela desestruturação de inúmeras sociedades africanas; foi criado pelos europeus e não pelos africanos.


ATIVIDADES 

Como era feito o tráfico de africanos escravizados para a América? 
Era controlado, principalmente, por mercadores portugueses, ingleses e holandeses. A compra de um escravo na África ocorrida de várias maneiras – ataque a aldeias, alianças com chefes tribais em troca de mercadorias (cavalos, tecidos, objetos de cobre, fumo, aguardente...). os escravos vinham para a América em navios (“tumbeiros”), com capacidade para 400 pessoas. Devido às péssimas condições de higiene e alimentação muitos morriam e eram jogados ao mar. Na América, eram colocados à venda. A maior parte ia trabalhar nas lavouras.
Como os indígenas e africanos resistiram à escravidão? 
Os indígenas lutaram contra a escravização promovendo guerras contra os colonos. Indígenas e africanos também fugiam constantemente do cativeiro. Além das fugas, os escravos se rebelavam com freqüência contra os senhores. Procuravam distanciar-se das regiões colonizadas pelos europeus, formando os quilombos. Na América espanhola, esses esconderijos eram chamados de “palenques” ou “cumes”.
Texto – “O mito da indolência indígena”. Como o texto explica a opção pela escravidão africana? 
O texto explica a opção pela escravidão africana como resultado da influência dos missionários católicos, que tinham o interesse em utilizar o trabalho indígena nas missões jesuíticas e acreditavam que os africanos eram destinados à escravidão. Por isso, a escravidão indígena acabou proibida pelo governo português. Outra explicação dada no texto é o interesse de traficantes de escravos africanos: com a proibição da escravização dos indígenas, os colonos portugueses seriam importantes clientes desses traficantes, proporcionando-lhes grandes lucros. O texto opõe essas duas explicações à visão preconceituosa que caracteriza os indígenas como preguiçosos e incapazes para o trabalho e os africanos como pessoas destinadas aos trabalhos pesados.
Documento: Carta dos ex-escravos do Engenho Santana ao seu antigo senhor (1789Leia o texto e responda o que se pede:

a)Classifiquem as reivindicações dos ex-escravos, organizando-as de acordo com as semelhanças entre elas:
As reivindicações dos escravos podem ser classificadas da seguinte forma:
1. direito de trabalhar para o próprio sustento (“dar os dias de sexta-feira e de sábado para trabalharmos para nós”; “poderemos plantar nosso arroz onde quisermos”; “poderemos cada um tirar jacarandás”);
2. direitos de receber do senhor instrumentos e meios materiais de trabalho (“rede, tarrafa e canoas”; “uma barca grande”);
3. melhores condições de trabalho (“os atuais feitores não os queremos, faça eleição de outros com a nossa aprovação”; “não podemos andar tirando canas por entre os mangues”);
4º direito de não pagar frete”);
5. direito ao lazer (“poderemos brincar, folgar e cantar em todos os tempos”).

b) Explique o que os ex-escravos queriam dizer com “não queremos seguir os maus costumes dos mais engenhos”. 
Os “maus costumes dos mais engenhos” citados no documento são provavelmente uma referência às rebeliões que terminam com a morte dos senhores e a fuga dos escravos. Ao mesmo tempo em que indica a resignação dos escravos com seus status, demonstra a altivez de impor ao senhor as condições necessárias à aceitação desse status.

Trabalho com imagens– observe as imagens e responda:


a)        o que fazem os negros que aparecem nas duas gravuras? 
Os afrodescendentes representados nas duas gravuras são escravos domésticos realizando trabalhos para seus senhores.
b)        O que fazem os negros que aparecem nas duas fotos? 
Trata-se de fotos tiradas em estúdio. A mulher da segunda foto é uma ama de leite. Os homens da primeira foto posam para o fotografo simulando uma pausa para descanso durante o trabalho de transportar sua senhora em uma cadeirinha, prática comum no Brasil por essa época.
c)         Que diferenças podem ser observadas entre a atitude dos negros retratados nas gravuras e a dos negros das fotografias? 
Os escravos das gravuras foram representados no momento em que prestam serviços a seus senhores. Os escravos retratados nas fotos posam de maneira displicente. Na segunda, o olhar amargo e a posição dos braços da ama acusam sua situação de escrava, apesar da expressão amável do “sinhozinho”. Na primeira, o homem à direita, com sua posição descontraída, parece zombar da senhora que também posa a fotografia. Nas gravuras, transparece apenas a visão europeia: por isso, os escravos são representados de forma obediente e passiva. Apesar de realizadas por profissionais brancos, as fotos permitem a participação dos escravos que, com sua pose, transmitem sua atitude diante da escravidão.


7º ANO 23/11/2018

Fazer a pesquisa da Página 252 no caderno. Segue print da atividade.

Fazer as atividades da página 253 no caderno. Segue Print da atividade.


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Atividade 6º ano 12/11/2018 a 16/11 /2018


Estudar as páginas do livro didático 184, 185 e 186. Fazer a pesquisa da página 186.

RESUMO  SOBRE A CULTURA GRECO-ROMANA  copiar no caderno.

6º ANO  CONTEÚDO PARA AVALIAÇÃO BLOCO II 4º BIMESTRE

A Cultura Greco-Romana
A Grécia e a Roma são consideradas o berço cultural do Ocidente.
Sendo as civilizações mais prósperas da antiguidade, gregos e romanos deixaram um grande legado no campo da filosofia, das artes, da ciência e do direito. O conhecimento elaborado por esses povos antigos permanece fundamental para os povos ocidentais até os dias de hoje.
A Herança Cultural Grega
Tributa-se à Grécia a condição de berço da filosofia. Houve, nessa região, uma rica elaboração mitológica até que, por meio do espírito especulativo, o homem passou a fazer uso da razão e a empreender uma análise mais sistemática da realidade. Desse universo, saíram filósofos que inspirariam diversas gerações do pensamento filosófico, como Sócrates, Platão e Aristóteles. O universo racional grego foi tão significativo que seus filósofos também desenvolveram teorias nas áreas da Física e da Matemática, como Pitágoras, e da Medicina, como seu patrono Hipócrates.
Na arte, primou-se pela busca da perfeição entre a harmonia e o equilíbrio das formas. Se antes a transmissão do conhecimento era realizada pela oralidade, a Literatura permitiu que ele se multiplicasse. Os gregos fundaram diversos gêneros literários, como o drama, a lírica e a epopéia, muito utilizados atualmente sob as formas de romance e ensaio.
A arquitetura foi largamente utilizada na edificação de templos, onde é possível discernir, através da observação das colunas, estilos como o dórico, jônico e coríntio. No interior dessas construções, encontravam-se esculturas de figuras humanas que buscavam, como foi dito anteriormente, retratar a perfeição do ser humano.
Uma das mais importantes manifestações artísticas da Grécia Antiga e largamente contemplada nos dias atuais é o teatro; os gregos desenvolveram gêneros dramáticos, como a tragédia e a comédia. Além de entreter a população, o teatro grego também trabalhava questões que suscitavam a reflexão dos espectadores. Dentre os principais expoentes dessa arte, têm-se Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes.
A Religiosidade
A religiosidade é marcada por dois elementos; o politeísmo, a crença em vários deuses, e o antropomorfismo, a atribuição de características humanas, como raiva, inveja e ambição, a divindades da mitologia grega.
A religião foi a primeira forma que os gregos encontraram para explicar sua própria realidade; encontram-se retratados em vasos de cerâmica e outros objetos diversos registros de mitos sobre criaturas sobrenaturais, como monstros e entidades metade humanas e divinas.



Roma
A célebre expressão do poeta Horácio - “Vencida pelas armas, a Grécia acabou conquistando seu rude vencedor - ilustra a apropriação que a sociedade romana fez dos povos que conquistou. A partir do contato com diversas civilizações conquistadas durante sua expansão militar, Roma forjou uma exuberante cultura, muito apreciada no mundo ocidental.
Alguns dos aspectos fundamentais que propiciaram a difusão artística em Roma foram o financiamento e a proteção que as autoridades políticas e os grandes comerciantes davam aos intelectuais de sua época. A partir dessa forma de patrocínio, diversos pensadores tiveram condições de criar suas obras, como o historiador Tito Lívio e os poetas Horácio, Ovídio e Virgílio, que não foram pensadores que se destacaram pela originalidade de suas obras, mas pela forma rebuscada e versada que construíam seus textos. Essa prática seria adotada mais de mil anos mais tarde com o chamado mecenato, durante o Renascimento.
A arquitetura foi uma das manifestações artísticas mais importantes herdadas de Roma. Com características que aliavam funcionalidade e beleza, foram erigidas diversas construções, como casas de banho, teatros e templos religiosos. Os principais aspectos da arquitetura romana são a presença de arcos, abóbodas e cúpulas. Outro elemento notável foi a construção de mais de cinco mil quilômetros de estradas que interligavam todo o Império Romano.
O teatro e o circo também foram muito apreciados pelos romanos. Reproduzindo os gêneros criados pelos gregos, as principais peças teatrais romanas foram criadas nos estilos satírico, trágico e pantomímico, este último caracterizado pela ausência de diálogo, restringindo-se aos gestos e às expressões dos atores. Já nos circos, havia apresentação de equilibristas e ginastas.
No entanto, o principal espetáculo popular romano eram os jogos de gladiadores, que eram escravos ou prisioneiros de guerra treinados para lutarem até a morte nas arenas. Essa era uma forma de entretenimento muito utilizada pelos imperadores para controlar a população desocupada e miserável das cidades. Durante os espetáculos, eram distribuídos pães e cereais para a plateia, prática essa que ficou conhecida como política do pão e circo. A principal arena de batalha de Roma resistiu ao tempo, o Coliseu chegou a comportar 90 mil espectadores.
O Direito
Um dos maiores legados da sociedade romana para o mundo ocidental foi o Direito. Diante da necessidade de se criar um conjunto de normas e leis que regulassem o comportamento social do vasto império, os romanos criaram um instrumento jurídico regulado pelo Estado, o Direito.
Na ocasião, surgiram duas vertentes dessa ciência jurídica que perduram até os dias atuais: o direito público, no qual o Estado atua como parte, e o direito privado, que atua na esfera das relações particulares. Outro elemento bastante presente é a gama de expressões em latim - idioma oficial de Roma - utilizadas no Direito.


A Religião
Embora os romanos tenham se apropriado da religiosidade grega e criaram uma versão latina do politeísmo, essa civilização teve um papel fundamental na difusão do cristianismo pelo mundo. Isso não quer dizer que os cristãos sempre tiveram um cenário promissor para cultuarem e expressarem sua fé.
Durante o governo de Nero (54-68), iniciou-se uma onda de perseguição aos seguidores de Jesus Cristo que duraria séculos. Os fatores que justificavam a perseguição eram o fato de os cristãos recusarem a religião oficial de Roma, bem como o culto à personalidade do imperador.
No entanto, o martírio que o povo cristão atravessava era encarado como uma provação pela qual os cristãos deveriam passar. Durante as crises sociais e econômicas, muitos romanos buscavam refúgio na doutrina cristã para superar as adversidades que passavam.
Finalmente, em 313, o imperador Constantino concedeu, por meio do Edito de Milão, a liberdade religiosa para os cristãos. Posteriormente, em 391, o cristianismo se tornaria a religião oficial do vasto império romano. É graças a esse fato que o número de cristãos no mundo hoje é tão grande; ao tornar-se oficial, a religião cristã pôde se difundir largamente pelos territórios conquistados por Roma.
Em Resumo
A importância dos gregos no muno ocidental está expressa na arte por meio do teatro, da literatura, da arquitetura e da escultura. Notáveis elaborações nos campos da matemática, geometria, astronomia, química e medicina são utilizadas ainda hoje, ou foram pontos de partida para avanços nas áreas citadas. Um exemplo de evolução foi demostrado pela sociedade romana que, além de incorporar os valores culturais gregos, acabou ampliando seu conteúdo. Além disso, os romanos estabeleceram um importante marco jurídico regulador da vida social, o Direito. Tais motivos fazem dessas duas civilizações os principais alicerces de nosso tempo.
Referências
AYMARD, A.; AUBOYER, Jeannine. História geral das civilizações. Tomo 1 - O Oriente e a Grécia. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1972.

CASELLI, G. As primeiras civilizações. São Paulo: Melhoramentos, 2000.

COTRIM, G. História para o ensino médio: Brasil e Geral. Volume único. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
Acesso em 12/11/18